quinta-feira, 31 de julho de 2014

CONVICÇÃO - James Pizarro

EU SEMPRE APOSTEI COM TODAS AS FORÇAS E ENERGIA DO MEU CÉREBRO E DA MINHA ALMA NA CURIOSIDADE E VONTADE DE APRENDER MAIS. MAIS DO QUE MERA APOSTA, É MINHA FIRME CONVICÇÃO. NA UNIDADE DE TRATAMENTO INTENSIVO, NO FUTURO, AINDA ESTAREI INDAGANDO DOS MÉDICOS E PARAMÉDICOS  SOBRE AQUELES RUÍDOS, APARELHOS E SONDAS. SEREI UM DEFUNTO RESPEITAVELMENTE ESCLARECIDO.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

QUE SINA DO POVO BRASILEIRO !!!

Logo depois de terminada a copa do mundo  deveria começar a vida REAL no Brasil.

Mas começa a propaganda eleitoral gratuita.

Que pecados temos de pagar ?

Que sina tem o povo brasileiro...

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Perdemos o Amigo JOSÉ MARIA PIZARRO - Paulo Mosimann ***


Cumpro o triste papel de informar aos amigos do rádio e ao grande público, o falecimento - no inicio da noite de hoje – do Querido Amigo e radialista JOSÉ MARIA PIZARRO. Ele faleceu aos 72 anos de idade.

Estive sempre perto dele e da família. Ninguém imaginava que pudesse nos deixar tão cedo, embora os problemas renais o obrigassem já há mais de ano a realizar hemodiálise três vezes por semana. Ontem, ele se sentiu mal. Foi levado ao hospital e complicações generalizadas acabaram não sendo superadas. Ainda na semana passada, estive em sua residência com o Klaus Mosimann. Ficamos muito tempo juntos, conversando sobre a vida, as pessoas, a nossa Curitiba, a Copa do Mundo, o rádio de Curitiba,etc. Trocamos um último abraço. Jamais esperava que fosse a hora da despedida ...

Perco um dos meus mais fraternos amigos. Uma pessoa maravilhosa e que muito me ajudou e orientou no início da carreira no rádio e na TV. E que ao longo do tempo me abriu caminhos e revelou a maior preocupação com minha atuação nos meios de comunicação.

BRILHANTE HOMEM
DA COMUNICAÇÃO

José Maria Pizarro nasceu em Ribeirão Preto-SP, no dia 3 de abril de 1942. Iniciou menino no rádio da sua cidade. Mas foi no Rio de Janeiro, nas rádios Globo e Tupy, onde sua bela voz o consagrou nas maiores emissoras do país. Apresentou programas matinais de grande audiência e repercussão.

Na década de 70, veio para Curitiba e por aqui encontrou o seu “chão”. Foi brilhante na velha Bedois (Rádio Clube Paranaense) e na Rádio Independência. Foi um dos maiores e mais inteligentes apresentadores de jornais falados, escrevendo com honra o seu nome na história do rádio paranaense.
Marcou época também no mundo do futebol.No final da década de 70 integrou com destaque a diretoria do sempre lembrado Esporte Clube Pinheiros (que em fusão com o Colorado originou o atual Paraná Clube). Atuou como homem forte de futebol do clube ao lado de dirigentes consagrados como Antonio Carlos de Mello Pacheco, Eduardo Gabardo, Jorge Celestino Buso, Raul Passos e outros.
Pizarro deixou a esposa Doiti e dois filhos: Raul Vinicius e José Emanuel. Zé Maria – o nosso Pituca – marcou por seu jeito camarada de ser, por seu bom humor, seu talento e aquele jeito carinhoso e especial de se relacionar com os amigos. Lembranças que tempo algum conseguirá apagar.

AUTOR : Paulo Mosimann, radialista e jornalista curitibano.

Cumpro o triste papel de informar aos amigos do rádio e ao grande público, o falecimento - no inicio da noite de hoje – do Querido Amigo e radialista JOSÉ MARIA PIZARRO. Ele faleceu aos 72 anos de idade.

Estive sempre perto dele e da família. Ninguém imaginava que pudesse nos deixar tão cedo, embora os problemas renais o obrigassem já há mais de ano a realizar hemodiálise três vezes por semana. Ontem, ele se sentiu mal. Foi levado ao hospital e complicações generalizadas acabaram não sendo superadas. Ainda na semana passada, estive em sua residência com o Klaus Mosimann. Ficamos muito tempo juntos, conversando sobre a vida, as pessoas, a nossa Curitiba, a Copa do Mundo, o rádio de Curitiba,etc. Trocamos um último abraço. Jamais esperava que fosse a hora da despedida ...

Perco um dos meus mais fraternos amigos. Uma pessoa maravilhosa e que muito me ajudou e orientou no início da carreira no rádio e na TV. E que ao longo do tempo me abriu caminhos e revelou a maior preocupação com minha atuação nos meios de comunicação.

BRILHANTE HOMEM
DA COMUNICAÇÃO

José Maria Pizarro nasceu em Ribeirão Preto-SP, no dia 3 de abril de 1942. Iniciou menino no rádio da sua cidade. Mas foi no Rio de Janeiro, nas rádios Globo e Tupy, onde sua bela voz o consagrou nas maiores emissoras do país. Apresentou programas matinais de grande audiência e repercussão.

Na década de 70, veio para Curitiba e por aqui encontrou o seu “chão”. Foi brilhante na velha Bedois (Rádio Clube Paranaense) e na Rádio Independência. Foi um dos maiores e mais inteligentes apresentadores de jornais falados, escrevendo com honra o seu nome na história do rádio paranaense.
Marcou época também no mundo do futebol.No final da década de 70 integrou com destaque a diretoria do sempre lembrado Esporte Clube Pinheiros (que em fusão com o Colorado originou o atual Paraná Clube). Atuou como homem forte de futebol do clube ao lado de dirigentes consagrados como Antonio Carlos de Mello Pacheco, Eduardo Gabardo, Jorge Celestino Buso, Raul Passos e outros.
Pizarro deixou a esposa Doiti e dois filhos: Raul Vinicius e José Emanuel. Zé Maria – o nosso Pituca – marcou por seu jeito camarada de ser, por seu bom humor, seu talento e aquele jeito carinhoso e especial de se relacionar com os amigos. Lembranças que tempo algum conseguirá apagar

*** Jornalista e radialista curitibano





domingo, 8 de junho de 2014

TUDO É ESQUECIDO...- James Pizarro

Izabela Nardoni...a loira Richstoffen...o mensalão...o menino Bernardo...o avião da Malásia...

 Acho graça nos grandes mausoléus dos cemitérios, na verdade a ânsia de não ser esquecido e a última vaidade.

 Quando um sacerdote encomenda sexo pela internet ele se lembra de Cristo morto na cruz ?

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Palco da Revolução de 23, castelo de Pedras Altas é posto à venda - Julia Otero

Por ser tombada pelo Estado, construção foi ofertada ao poder público antes de ser anunciada. Por enquanto, não há resposta sobre a aquisição

Palco da Revolução de 23, castelo de Pedras Altas é posto à venda Marcel Ávila/Especial
O governo estadual ainda não se posiciona sobre a compra. O valor especulado pelo setor imobiliário é de que possa valer R$ 12 milhõesFoto: Marcel Ávila / Especial
Um naco da história gaúcha está à venda. É um dos cenários dos chimangos e maragatos, onde foi assinado um acordo que pôs fim à Revolução de 1923. Um castelo imponente, estilo medieval, de 44 cômodos com 300 hectares, que parece deslocado da singela cidade onde se situa.
Fica em Pedras Altas, no sul do Estado, um município de quase 3 mil habitantes, onde só se chega depois de 30 quilômetros de estrada de chão batido, a principal avenida não tem mais de dois quilômetros e a economia gira ao redor do campo.
A fortaleza foi finalizada em 1913 em um tempo em que uma ferrovia — hoje desativada — deslocava a produção agropecuária para as outras partes do Estado. Ali foram introduzidas no país raças como o gado Jersey, o gado Devon e a ovelha Karakul.

O valor do possível negócio não é revelado pela família, mas há uma especulação no setor imobiliário de que possa chegar a R$ 12 milhões.
 
Fotos: Marcel Ávila/Especial

O fundador, Joaquim Francisco de Assis Brasil, foi tão importante para o agronegócio que atualmente é homenageado em todas as edições da Expointer, pois é do nome dele que vem o batizado de onde acontece a feira: Parque de Exposições Assis Brasil.
O gaúcho de São Gabriel era apaixonado pela segunda mulher, Lydia, uma moça europeia. Então, ele planejou o castelo inspirado no antigo lar dela, para fazê-la sentir-se em casa. Usou granito rosa e trouxe três espanhóis para trabalhar as pedras e encaixá-las sem uso de argamassa.
Ergueu um império onde 10 crianças e seis empregados viviam baseados na concepção de mundo que tinha: o campo aliado à intelectualidade. Depois de mexer com a terra, faziam saraus, atividades culturais e se debruçavam em literatura em inglês, francês, latim e português em uma biblioteca com 9 mil exemplares, projetada de maneira que o sol entrasse e as obras não mofassem.
As relíquias — entre elas 22 volumes da Enciclopédia, de Diderot e D'Alambert, de 1751 — estão agora à venda, junto com os móveis de madeira maciça importados de Paris. Todo o conjunto, de mobília, prédios e granja, é tombado pelo Estado e está em processo de tombamento nacional. Por isso, quando os donos atuais decidiram vender, pela lei, primeiro o imóvel teve de ser oferecido aos governos municipal e estadual e à União. Só depois de 30 dias, caso não seja demonstrado interesse governamental, poderá ser ofertado à iniciativa privada.

— Formalmente os documentos ainda não foram enviados, então não podemos ter uma posição se há interesse de compra por parte do Estado — resume a diretora do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae), Mirian Sartori Rodrigues.
 

O lugar por onde Assis Brasil fez literatura e política precisa de um restauro avaliado em mais de R$ 5 milhões. Já na fachada, percebem-se as marcas do tempo. Há infiltrações, janelas enferrujadas e pelo menos 12 casas de camotins (que são parecidas com as casas de João-de-Barro). Nem os animais ficaram por lá, pois as casas estão abandonadas. Um projeto de reforma para captação de verba via Lei Rouanet foi feito, mas parte da família herdeira não concordou com alguns documentos necessários para concorrer à verba e, portanto, não houve interessados.
Vista dos fundos do castelo
Atualmente, a mansão é habitada por somente uma pessoa, uma das herdeiras, a neta de Assis Brasil, Lygia Costa Pereira de Assis Brasil, 60 anos. Ela recebia visitantes que queriam conhecer o interior do castelo e as histórias de maragato do avó. Apresentava com orgulho o interior do imóvel e fotos do passado, como uma em que Assis Brasil, um exímio atirador, aparece acertando uma maçã colocada sobre a cabeça do pai da aviação brasileira, Santos-Dumont. Agora, que está tomada a decisão entre os 20 herdeiros de vender a propriedade, nem se anima a reabrir a casa para fotos.
— É complicado tomar decisões entre 20 pessoas. Agora, vou cuidar das minhas coisas que deixei durante 15 anos, tempo que fiquei recebendo pessoas para visitas guiadas — diz por telefone porque não quer mais receber repórteres pessoalmente: — O futuro dono poderá dar outras notícias sobre o castelo.
Durante as fotos do lado de fora, ela passa com galocha e boné, cumprimenta e se desculpa:
— Vou seguir na "lida" — diz apontando para a granja.

E A VÓ OLINA TINHA RAZÃO... - James Pizarro

"Medicamentos Fitoterápicos" com registro concedido pela ANVISA (na base do alho, alcachofra e gengibre) e "Produtos Tradicionais Fitoterápicos" (há mais de 30 anos usados pela população, como os feitos por maracujá, boldo, camomila, calêndula e erva-cidreira) foram incorporados pela legislação brasileira e devidamente registrados, regulamentados e classificados.

 Maracujá (ansiolítico leve), boldo (combate dispepsias), camomila(dispepsias), calêndula (cicatrizante e antiinflamatória), erva-cidreira (eliminação de gases, antiespasmódica e ansiolítica) são plantas que sempre fizeram parte das receitas da vovó. Agora foram reconhecidas cientificamente.

 Há anos eram acusadas de pura crendice popular.


 Portanto, sempre é bom escutar os mais velhos...