quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

COSTA DA LAGOA - Florianópolis






Compondo a parte norte da Lagoa da Conceição, a Costa da Lagoa mistura o urbano com o rural em uma região tombada pelo município como Área de Preservação Cultural. Seu acesso por terra só é possível pela Freguesia da Lagoa, pelo Saco Grande ou pelo Ratones, os dois últimos sendo pelas montanhas; e por mar, com barcos que saem da Lagoa da Conceição. O lugar é considerado um dos últimos redutos da cultura açoriana e possui um núcleo de pescadores e rendeiras que ainda vivem como seus antepassados, além de uma forte cultura baseada em mitos, como o de que bruxas habitavam a região em tempos remotos.

BOM 2009 PRA TODOS QUE ME ATURAM...

DISCURSO DE FORMATURA DE STEVE JOBS EM STANFORD

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sábado, 27 de dezembro de 2008

LUTZENBERGER, O REVOLUCIONÀRIO ECOLOGISTA GAÚCHO


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Lutzenberger foi meu mestre, ícone e guia. Fui conselheiro da AGAPAN-Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural durante muitos anos, fundada por ele e pelo advogado, também amigo, Antônio Carneiro da Cunha. Várias vezes levei o Lutz a Santa Maria,RS, para fazer palestras. Foi ele realmente o grande lider do movimento ecologista brasileiro. Aprendi muito com ele. Tenho saudade dos nossos papos. E o Brasil se ressente do seu trabalho e de sua inteligência.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

VENDE -SE TUDO !!!


Tela : Auto-retrato de FRIDA KHALO
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" No mural do colégio da minha filha encontrei um cartaz escrito por uma mãe, avisando que estava vendendo tudo o que ela tinha em casa, pois a família voltaria a morar nos Estados Unidos.
O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento. Uma outra mãe, ao meu lado, comentou:
_ Que coisa triste ter que vender tudo que se tem.
_Não é não, respondi, já passei por isso e é uma lição de vida. Morei uma época no Chile e, na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo apenas umas poucas gravuras, uns livros e uns tapetes. O resto vendi tudo,
e por tudo entenda-se: fogão, camas, louça, liquidificador, sala de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa. Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém aparecesse. Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi. Às vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido comentar que ali estava se vendendo uma estante. Eu convidava pra subir e em dez minutos negociávamos um belo desconto. Além disso, eu sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam meus móveis e minhas bugigangas. Um troço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu lar, que a cada dia ficava mais nu, mais sem alma .
No penúltimo dia, ficamos só com o colchão no chão, a geladeira e a tevê. No último, só com o colchão, que o zelador comprou e, compreensivo, topou esperar a gente ir embora antes de buscar. Ganhou de brinde os travesseiros. Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material. Nunca mais me apeguei a nada que não tivesse valor afetivo. Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar.
Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que torna-se cada vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que estiveram presentes na minha vida. Desejo para essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos Estados Unidos a mesma emoção que tive na minha última noite no Chile .
Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha, que na época tinha 2 anos de idade. As roupas já estavam guardadas nas malas. Fazia muito frio.
Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café da manhã, já que não tínhamos nem uma xícara em casa.
Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido, levando as emoções todas: nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde. Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de leveza.e se só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir, é melhor refletir e começar a trabalhar o DESAPEGO JÁ!!!
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AUTOR : Martha Medeiros
Apêndice : "Sempre acabaremos chegando aonde nos esperam" -Saramago -

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

FELIZ NATAL, TCHÊ !!!


EIS QUE SURGE LÁ NO FUNDÃO DA ESTÂNCIA, APÓS SE ENTREVERAR POR VÁRIAS COXILHAS MUNDO A FORA, O LOCO DE BUENACHO, O ÍNDIO NOEL, MONTADITO EM SUA CHARRETE CHEIA DE PRESENTES, QUE MAIS PARECE UM MASCATE VINDO DO URUGUAI, PARA NOVAMENTE CELEBRAR O NASCIMENTO DO PIAZITO DO PEITO, GAUDÉRIO DOS PAMPAS, CHAMADO JESUS, FILHO DA DNA. MARIA, PINGUANCHA FLOR DE REZADEiRA, E DO SEU JOSÉ, UM CARPINTEIRO LOCO DE ESPECIAL. ESTE PIAZITO VEIO PRA SALVA TODA A INDIADA PERDIDA PELAS CARRERA DA VIDA.
QUE ESTE NATAL, TRAGA PAZ, SAÚDE E PROSPERIDADE A TODOS MARAGATOS, XIMANGOS E VIVENTES DE TODAS AS VÁRZEAS E COXILHAS.

UM BAITA QUEBRA COSTELA TCHÊ! E QUE 2009 SEJA UM ANO TRI LEGAL VIRADO EM REALIZAÇÕES!!!

James Pizarro e familia

FLORIANÓPOLIS, A ILHA DA MAGIA

"BICICLETA-FANTASMA" EM CANASVIEIRAS

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

NÃO ESPERE !!!!

A HISTÓRIA DE FLORIANÓPOLIS


Primeiramente, a Ilha de Santa Catarina foi habitada pelo Homem do Sambaqui. Constiutídos de caçadores e coletores, os grupos alimentavam-se basicamente de moluscos, empilhando os restos. Estes montes de "lixo" calcificados são chamados de Sambaqui e constituem a mais importante fonte de informações sobre a população pré-indígena.

Em seguida vieram os Tupi-Guarani. Divididos em várias tribos e aldeias, ocuparam a maior parte da área litorânea e foram chamados de Carijó pelos europeus que aqui chegaram. Tudo indica que estes índios tenham vindo da região que hoje é o Paraguai.

Eles já conheciam a agricultura, eram sedentários e tinham na pesca a atividade básica para sua subsistência. Recebem os brancos como grande cordialidade e curiosidade, não manifestando qualquer hostilidade. Por isso, é que mais tarde são aprisionados pelos portugueses e vendidos como escravos nos mercados de São Vicente e Bahia de Todos os Santos.

Nomes de algumas regiões florianopolitanas como Pirajubaé, Itaguaçu, Anhatomirim, são uns dos referenciais históricos deixados por eles. Meiembipe, ou "lugar acima do rio" e Yurerê-Mirim, ou "bem pequena", eram denominações que os Carijós usavam para chamar sua terra.

O gradual extermínio destas tribos indígenas no litoral catarinense começa a acontecer no final do século XVII, devendo-se à escravidão e à fraca resistência às doenças trazidas pelos europeus, tais como gripe, sarampo, varíola, tuberculose, etc... Apesar dos esforços do missionários jesuítas espanhóis e portugueses para salvá-los, aos Carijós restou o último papel: serem escravos dos europeus nos engenhos que aqui começavam a ser instalados.


A Fundação do Povoado

Os primeiros colonizadores a se instalarem em Florianópolis foram desertores de algumas expedições marítimas. Entretanto, a fundação da cidade propriamente dita só foi ocorrer a partir de 1675. Foi neste ano que chegou à ilha o bandeirante Francisco Dias Velho, que além de impulsionar o surgimento da cidade, acabou tendo um fim trágico, digno de um filme de aventuras. Com Dias Velho vieram sua esposa, três filhas, dois filhos, outra família agregada, dois padres da Companhia de Jesus e mais 500 índios domesticados.

O bandeirante natural de Santos(SP) é descrito por algum historiadores como um impiedoso caçador de índios, mas o traço mais palpável de sua personalidade era a coragem de desbravador em uma terra cobiçada por piratas de várias nacionalidades. O fundador já trazia informações sobre a existência de um pequeno comércio realizado no local onde seria instalada a cidade e sobre o espírito pacífico dos indígenas. O primeiro passo foi a constrição de uma pequena igreja onde hoje está a Catedral de Florianópolis, contando com a proteção de Santa Catarina. Em seguida foi escolhida a melhor região para a vila, começando a construção de casas e iniciando-se o plantio de novas culturas.


A Trágica sina de Dias Velho

Porém, a determinação de Dias Velho em proteger sua terra foi determinante para o seu fim trágico. Um navio pirata vindo do Peru e comandado por Robert Lewis atracou em Canasvieiras, com um carregamento de prata em seus porões. Em pouco tempo, Dias Velho conseguiu expulsar os corsários, ficando com o carregamento do navio. Mas um ano mais tarde o comandante pirata concretizou sua vingança. Lewis retornou, recuperou sua carga de prata, violou as três filhas virgens do fundador e o matou. Com isso, a família do bandeirante e todos os acompanhantes retornaram a São Paulo, não sem antes concluírem a construção da capela.


A Vila de Nossa Senhora do Desterro

Depois da morte de Dias Velho a Ilha permaneceu abandonada por alguns anos. Mas a necessidade de povoamento da região, para garantia de seu domínio, era uma preocupação dos portugueses. Florianópolis não passava de um povoado de 27 casas. O nome da localidade era Nossa Senhora do Desterro, a elevação à condição de freguesia aconteceu em 1714 e à categoria de vila em 1726. Nessa época, alguns paulistas tiveram autorização para ocupar o estado. Contudo, na Ilha, a preocupação permanecia insignificante. Esse quadro só foi se alterar substancialmente cerca de 20 anos mais tarde, com a chegada dos colonizadores açorianos.


A Colonização Açoriana

A Coroa Portuguesa criou a Capitania Subalterna de Santa Catarina em 1738, passando sua vinculação de São Paulo para o Rio de Janeiro. Mas foi no período compreendido entre 1747 e 1756 que a ocupação da Ilha realmente tomou impulso. Os constantes abalos sísmicos em suas ilhas no Arquipélago dos Açores, em Portugal, e também a superpopulação, serviram de estímulo para que cerca de cinco mil imigrantes açorianos decidissem colonizar a Ilha e o litoral catarinense. Os primeiros imigrantes a desembarcar instalaram-se na rua próxima à Igreja, que hoje é denominada Rua dos Ilhéus em sua homenagem. Aos poucos foram sendo criadas as primeiras freguesias, como a de Nossa Senhora do Rosário da Enseada do Brito, esta última no continente, frente ao sul da Ilha.


O desenvolvimento do Centro

O acesso ao interior da Ilha era difícil e, com isso, o centro urbano se desenvolveu junto à parte mais próxima do continente. A agricultura de subsistência foi a primeira atividade desenvolvida pelos colonizadores com ênfase à cultura da mandioca, qua mais tarde iria atender em pequena escala ao mercado externo.

A classe mais poderosa da época era a dos militares e devido à sua presença no então Porto de Desterro, foi necessário importar roupas, alimentos e objetos de consumo para atendê-los. Assim, surgiu próximo ao porto um pequeno centro comercial para venda de alimentos e produtos artesanais feitos pelos moradores.


A Caça às baleias

As baleias eram visitantes constantes do litoral da Ilha e na segunda metade do século XVIII a Coroa Portuguesa autorizou sua caça. Entretanto a caça à baleia não representou um incremento ao comércio da região, já que a maioria do produto era enviado a Portugal. O impulso mais significativo ao Porto de Desterro com a caça à baleia foi a necessidade de abastecimento com água e alimentos a muitos baleeiros norte-americanos que também aproveitaram para contrabandear escravos. Não demorou muito para que a atividade predatória entrasse em declínio. O primeiro motivo foi a fuga das baleias para o extremo sul e mais tarde a substituição do óleo animal por querosene, a partir do carvão de pedra, e depois por petróleo, como fonte de iluminação. O poder dos militares na região começa a diminuir no início do século XIX e passam a prosperar os comerciantes, na maioria donos de embarcações para comércio entre o litoral catarinense.
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FONTE : http://www.guiafloripa.com.br/cidade/historia.php3

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

PSICÓLOGA PESQUISANDO...


Pintura de Hervé Thibaut
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Um homem entra num restaurante e vê uma mulher muito bonita sozinha numa mesa.
Ele se aproxima e pergunta:
- Estou vendo você sozinha nessa mesa. Posso sentar-me e fazer-lhe companhia?
Escandalizada a mulher berra:
- Seu mal-educado!!! Transar comigo ???? Você acha que eu sou o quê????
O restaurante todo ouviu.
O rapaz, não sabendo onde pôr a cara tenta consertar:
- Eu só queria lhe fazer companhia, mais nada.
- E você ainda insiste !!!! Atrevido !!!!
O rapaz sai de fininho, e vai sentar-se no outro canto do restaurante, cabisbaixo. Depois de alguns minutos, a mulher se levanta, vai até a mesa dele e diz:
- Me desculpe pela forma como eu o tratei. É que sou psicóloga e
estou estudando as reações das pessoas em situações inusitadas.
E o homem berra:
- MIL REAIS ???? VOCÊ ESTÁ LOUCA ??? NENHUMA PUTA VALE ISSO !!!!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

FUNDAÇÃO ZOOBOTÂNICA DO RS



Por pedido do então governador do RS, Alceu Collares, a UFSM promoveu a minha cedência para que ocupasse a presidência da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, no período de 1993/94. Nesse período, residindo em Porto Alegre, ocupei o mais alto cargo existente no RS para quem trabalha com Biologia, cargo pela primeira vez ocupado por um professor universitário de uma universidade do interior gaúcho, pois até então todos os demais pertenciam à PUC e a UFRGS, ambas de Porto Alegre. Foi um período feliz e profícuo, onde fiz a FZB se tornar popular em todo o RS, mercê de inúmeras atividades promovidas. Jamais esquecerei os quase 500 funcionários e pesquisadores da FZB, dos quais me tornei um verdadeiro amigo.

A FZB – Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul – atua na promoção e conservação da biodiversidade, através de seus órgãos executivos: Jardim Botânico, Museu de Ciências Naturais e Parque Zoológico.

A descoberta de novos organismos e a reprodução de espécies ameaçadas de extinção, bem como a manutenção de coleções científicas vivas ou conservadas, são algumas das várias atividades desenvolvidas.

Pela importância de seu acervo, produção científica e dedicação de seus funcionários, a FZB vem conquistando o reconhecimento internacional, tendo como meta prioritária o conhecimento e a conservação da natureza do Estado.

Sua área total compreende 780 hectares, sendo 620 de reserva florestal e 160 de área aberta para a visitação pública.

1)- Fundado em 1955, o Museu de Ciências Naturais, órgão executivo da Fundação Zoobotânica do RS comemorou no dia 5/11/2007, o seu 52º aniversário. Órgão de pesquisa que desenvolve estudos sobre a biodiversidade, incluindo a fauna e a flora (atual e fóssil) e os ecossistemas terrestres e aquáticos.

Com cerca de 3.000m², inclui laboratório, gabinetes, salas de exposições e de coleções científicas, com um acervo constituído por mais de 432 mil exemplares de animais e plantas. Atua na difusão científica publicando livros, periódicos e fôlders, além de promover atividades educacionais e de lazer.

A coleção de mamíferos iniciou em julho de 1975 com o tombamento de um exemplar de morcego da espécie Tadarida brasiliensis, coletado em 1943, em Porto Alegre. Apresenta muitos exemplares de espécies de outros continentes oriundos do Parque Zoológico, Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul. A maioria dos exemplares pertence aos grupos de quirópteros e roedores. O acervo é constituído por esqueletos completos ou parciais (crânios, sincrânios e ossadas) e animais preservados em líquido. Há também peles, múmias e animais taxidermizados.

2)- O Jardim Botânico de Porto Alegre foi aberto ao público em 1958 com a exposição das primeiras coleções de palmeiras, coníferas, cactaceas, agaváceas e liliáceas.

A partir de 1974, foram criadas coleções botânicas de espécies arbóreas (arboreto) organizadas por formações florestais, famílias botânicas e grupos temáticos. Possui uma área de 39 hectares.

3)- O Parque Zoológico foi inaugurado em 1962 (1/5/1962, segundo carimbo comemorativo) e está localizado a 24 quilômetros da capital Porto Alegre. Possui em seu acervo 1.400 animais, aproximadamente, contando com ampla infra-estrutura para os visitantes (dados referentes ao mês de outubro de 2006).

A cobertura vegetal é constituída principalmente por eucaliptos. Tem um acervo faunístico com animais nativos e exóticos, incluindo espécies ameaçadas de extinção, como tamanduás (bandeira e mirim), urso-de-óculos, onça-pintada, tigre-de-bengala e papagaio-de-peito-roxo, entre outros.

O urso-de-óculos (Tremarctus ornatus) é chamado assim devido à pelagem em volta de seus olhos; seu hábitat natural são os Andes e a espécie está ameaçada de extinção... Repare (abaixo): “oso de anteojos” em espanhol, no selo do Equador... Nota: existe a espécie no Zoológico de Curitiba e um ursinho que nasceu no Parque Ecológico de São Carlos!
Ainda há espécies como a anta, bugio-preto, bugio-ruivo, cateto, cervo-vermelho, jaguatirica, javali, lontra, puma, quati, veado-virá... Espécies de aves como a águia-chilena, araponga, arara-azul, guarajuba, gavião-real, papagaio-chauá, papagaio-peito-roxo, sabiá-cica, tucanuçu, urubu-rei...

Algumas espécies da Fauna Africana que podem ser encontradas no Jardim Zoológico de Sapucaia do Sul: avestruz, chimpanzé, girafa, hipopótamo, mandril, leão-africano, leopardo, porco-espinho, rinoceronte-branco, zebra, entre outros...

Uma das Unidades de Conservação mais visitadas no Brasil, o Parque Zoológico mantém e reproduz vários animais, inclusive espécies nativas ameaçadas de extinção, cumprindo assim com suas funções de pesquisa, conservação, educação ambiental, lazer e turismo.

FIGUEIRA DA PRAÇA XV - Florianópolis



Dentre as árvores plantadas na Praça XV, a mais famosa, cantada em prosa e verso, é a tradicional e centenária figueira, que consta ter nascido em 1871 dentro do jardim em forma de circunferência que existia em frente à Igreja Matriz. Foi transplantada, por volta de 1891, para o local onde se encontra até hoje. A Praça XV recebeu o plantio de outras árvores de porte no século XIX, tais como ficus indianos, palmeiras imperiais e cravos da Índia. Durante muitos anos foi cercada por grades inglesas, portões ornamentais, quiosques, gruta e cafés.

O jardim era aberto às 9 e fechava às 21 horas. Hoje, parte dos velhos gradis cercam as igrejas do Rosário e São Francisco. Sob a figueira muitos circulam, aposentados conversam e pastores pregam. Além de cartão postal da cidade, abrigo de toda a sorte de visitantes, a figueira é alvo de simpatias e superstições, que incluem o ritual de contornar várias vezes a árvore para atrair fortuna e casamento.

Na época do Natal, é montado um presépio idealizado por Franklin Cascaes, confeccionado com elementos naturais, transformados pelas técnicas da tradição cultural açoriana.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

STAND BY ME


Recebi este recado da Iracema, minha amiga goiana :
"Uma pequena maravilha!!
A capacidade de realização humana é fantástica. A mesma canção "Stand by me" é cantada, simultaneamente, em várias partes do globo.
Reduziram terra a um palco, como o mundo precisa ser visto. E é igual comer Pistache: você não vai ouvir só uma vez. Uma delícia.
Deleite-se, apenas clicando aqui embaixo.
http://www.flixxy.com/peace-through-music.htm"

MULHER QUE NÃO GUARDA MÁGOA


Após um longo período de doença, a mulher morre e chega aos portões do Céu.
Enquanto aguardava São Pedro, ela espiou pelas grades e viu seus pais, amigos e todos que haviam partido antes dela, sentados a mesa, apreciando um maravilhoso banquete.
Quando São Pedro chegou, ela comentou:
- Que lugar lindo! Como faço para entrar?
- Eu vou falar uma palavra. Se você soletrá-la corretamente na primeira vez, você entra; se errar, vai direto para o inferno.
- E qual é a palavra?
- AMOR, respondeu São Pedro.
A - M - O - R
Ela soletrou perfeitamente e de primeira. Passou pelos portões.
Cerca de um ano depois, São Pedro pediu que ela vigiasse os portões aquele dia.
Para surpresa dela, o marido apareceu.
- Oi! Que surpresa! disse ela. Como você está?
- Ah, eu tenho estado muito bem desde que você morreu... Casei-me com aquela bela enfermeira que cuidou de você, recebi seu seguro de vida e fiquei muito bem de vida. Vendi a casa onde vivemos e comprei uma mansão. Eu e minha linda esposa viajamos por todo o mundo. Estávamos de férias e eu fui esquiar hoje. Caí, o esqui bateu na minha cabeça e aqui estou eu. E agora, como faço para entrar, querida?
- Bem, aqui tem uma regra pra entrar: Eu vou falar uma palavra. Se você soletrá-la corretamente na primeira vez, você entra, senão vai para o inferno.
- Qual é a palavra?
- ' ARNOLD SCHWARZENEGGER'

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Pink Floyd Reunion-Wish You Were Here

So, so you think you can tell
Heaven from Hell
Blue skies from pain
Can you tell a green field
From a cold steel rail?
A smile from a veil?
Do you think you can tell?

Did they get you to trade
Your heroes for ghosts?
Hot ashes for trees?
Hot air for a cool breeze?
Cold comfort for change?
Did you exchange
A walk on part in the war
For a lead role in a cage?

How I wish
How I wish you were here
We're just two lost souls
Swimming in a fish bowl
Year after year
Running over the same old ground
What have we found?
The same old fears
Wish you were here

ROUBO DE DONATIVOS EM SC É COISA NOJENTA !!!


Uma reportagem veiculada pela RBS TV na noite deste domingo mostrou voluntários e soldados do Exército que trabalham na Vila Germânica, em Blumenau, no Vale do Itajaí, furtando roupas e mantimentos doados para às vítimas da enchente que atingiu Santa Catarina. As imagens mostraram pessoas saindo com o carro cheio de donativos.

Os furtos ocorreram no Pavilhão 1 do Parque Vila Germânica, que é administrado pelo governo catarinense. O local funciona como uma central de triagem de produtos doados do Brasil inteiro.

Havia duas maneira de levar o material destinado aos flagelados das cheias. A primeira ocorria logo que os caminhões chegavam com os donativos. Os soldados descarregavam os produtos e empurravam para um monte. Outro grupo experimentava o material e, se servisse, colocava dentro de mochilas. Em seguida, saíam normalmente com mochilas cheias.

A reportagem gravou o seguinte diálogo entre os soldados:

— O que tu vai fazer com esse sutiã aí, véio? — pergunta um deles.

— Vou levar pra minha mãe. Esse eu peguei pra minha namorada — responde o colega.

O grupo aparece pegando roupas, tênis e outros objetos. Cada um sai com pelo menos duas mochilas cheias. O outro grupo que furtava os donativos eram os voluntários e os conhecidos deles. Eles chegavam de carro e selecionavam o que agradava.

As imagens mostraram uma mulher empurrando um carrinho de supermercados até o automóvel. Enquanto ela descarregava os produtos no porta-malas, o marido chegava com mais mantimentos.

As imagens foram feitas com uma microcâmera na última sexta-feira pelo cinegrafista Edson Silva. Somente os produtos de melhor qualidade eram desviados.

"Estarrecedoras"

O tenente-coronel Edson Rosti, comandante do 23º Batalhão da Infantaria (BI), classificou as imagens como "estarrecedoras" e afirmou que não deixam dúvidas do que aconteceu. Ele declarou que o 23º Batalhão de Infantaria (BI) vai apurar e o relatório será apresentado em 20 dias. Um inquérito policial militar deve ser instaurado.

O secretário de Desenvolvimento Regional de Blumenau, Paulo França, disse que vai mudar a estrutura de trabalho do pavilhão 1 da Vila Germânica para evitar os furtos. Ele falou que, se for preciso, vai contratar pessoas para fazer o serviço.

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FONTE : DIÁRIO CATARINENSE (edição de 15/12/2008)

sábado, 13 de dezembro de 2008

ISSO É UMA AFRONTA AO SANTOS DUMONT !!!


A Aeronáutica concedeu a Medalha de Honra ao Mérito Santos Dumont para a primeira 'anta' Marisa Letícia, pois a considerou uma cidadã brasileira que prestou relevantes serviços à Força Aérea Brasileira. Pelo menos é para isso que a condecoração foi instituída em 1956, por decreto presidencial. Não foi dado saber ao Brasil quais foram estes 'relevantes' serviços que a primeira 'anta' prestou à Aeronáutica para merecer tamanha honraria. Uma homenagem que não foi concedida, por exemplo, às esposas dos comandantes mortos nos acidentes com os aviões da Gol e da TAM, recentemente ocorridos, que escancararam o apagão aéreo que o Brasil está vivendo. Elas também mereciam esta deferência.

Na foto de Ricardo Stuckert, a primeira vestindo 'vermelho PT', ostenta a sua medalha, tendo, ao fundo, a tropa formada da Força Aérea Brasileira. Um dia, esta FAB teve um lema que dizia: 'servir, nunca se servir'.

Atualizando: a Medalha de Santos Dumont é a mesma que foi concedida a Milton Zuanazzi e a Denise Abreu, ex-diretores da ANAC, demitidos e escorraçados pela sua culpa no apagão aéreo. A condecoração a eles causou revolta entre os 'FABianos'. Cláudio Candiota, presidente da ANDEP, que havia recebido a condecoração em 1989, devolveu a comenda.


Meu amigo, quando a gente pensa que já viu tudo.... A Primeira Inutilidade recebe medalha! Esse país não tem mais solução. Fecha a conta, passa a régua e me tira os tubos! Argh!


No Brasil, condecoração serve para confraternizar os amigos com um belo jantar, música e muita bebida. Após o evento a medalha será jogada no fundo da gaveta. Medalha sem honra enferruja a alma.

JANICE PAVAN (filha) E APOLÔNIA (mãe), POETISAS CATARINENSES



O apartamento onde moro em Canasvieiras é de propriedade da Sra. Janice Bittencourt Pavan, esposa do advogado Nelson Pavan. Tive a opotunidade de almoçar com o simpático casal numa festa realizada aqui no nosso prédio.
Janice ocupa a cadeira 24 da ACLA-Academia Catarinense de Letras e Artes. Atualmente, é a presidente da ALIFLOR-Associação Literária Floriapolitana. Tem livros publicados desde 1980.Publicou : "Nossa Cozinha" (co-autora, 1980), "Amor-criança" (poesia infanto-juvenil, 1990), "Luz no Jardim (ficção infanto-juvenil, 1993), "Contos do Professor" (participação com o conto "Viagem de Avião",1998) e "Bicho-homem" (poesia para adulto, 2000).
De 1999 a 2005 dedicou-se à pintura, óleo sobre tela, tendo feito neste período 23 exposições, sendo 15 coletivas e 8 individuais.
Publicou este ano mais um livro de poesias, intitulado "Paixão-mulher". É uma bela edição composta em corpo 10 e impressa em papel Pólen Bold, na Nova Letra Gráfica e Editora, de Blumenau. É uma tiragem de 1000 exemplares. A autora jávendeu mais de 600 exemplares, o que é uma expressiva venda para os padrões catarinenses de aquisição de livros.
Adquiri o livro da Janice e o li "numa sentada", como diz o gaúcho. Estou relendo agora calmamente. São poesias de altíssima qualidade. Emocionante o poema "Quem é", escrito em homenagem à sua mãe, também escritora, que está lançando na feira do livro de Florianópolis (dezembro de 2008) um livro de poemas, aos 88 anos, com o título de "Realização".
Outros poemas são envoltos em terno e denso erotismo, verdadeiramente sedutores para o leitor. É realmente um belo livro.

GOVERNADORES DE SC


Santa Catarina teve os seguintes governadores:

Lauro Müller 1889/1891 - 1918/1923
Manoel J. Machado 1882
Hercílio Luz 1894/1898 - 1918/1922 - 1922/1925
Felipe Schmidt 1898/1902 - 1914/1918
Vidal Ramos 1902/1906 - 1910/1914
Gustavo Konder 1906/1910
Adolpho Konder 1926/1930
Fúlvio Aducci 1930
Nereu Ramos 1935/1937 - 1937/1945
Aderbal Ramos 1947/1951
Irineu Bornhausen 1951/1956
Jorge Lacerda 1956/1958
Heriberto Hülse 1958/1961
Celso Ramos 1961/1966
Ivo Silveira 1966/1971
Colombo Salles 1971/1975
Antônio Carlos Konder Reis 1975/1979 - 1993/1994
Jorge Bornhausen 1979/1982
Henrique Córdova 1982/1984
Espiridião Amim Helou Filho 1984/1988
Pedro Ivo Campos 1988/1990
Casildo Maldaner 1990/1991
Vilson Kleinübing 1991/1993
Paulo Afonso Evagelista Vieira 1994/1998
Esperidião Amin Helou Filho 1999/2002
Luiz Henrique da Silveira 2003/2006

Lauro Müller

Político e militar brasileiro (Ijajaí /SC 1863 - Rio de Janeiro/RJ 1926). Tenente foi nomeado governador do Estado de Santa Catarina (1889). Em fevereiro de 1890, depois da renúncia do marechal Deodoro da Fonseca, deixou o cargo. Nas primeiras eleições (setembro de 1890) para a constituinte, foi eleito deputado e reeleito nas legistaturas seguintes, até 1899. Novamente governador do Estado (1902), promoveu a pacificação da plítica. Senador (1900), depois de três anos de mandato renunciou para ocupar no governo do presidente Rodrigues Alves a pasta da Viação. Voltou ao senado (1907 e 1912), já como chefe da política conservadora republlicana em Santa Catarina. Foi o sucessor do Barão do Rio Branco na pasta do exterior (1913); mas por ser contrário à entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial e por sua ascendência, renunciou, voltando ao senado (1917). Eleito (1918), não assumiu para permanecer no senado até 1926. Chegou ao generalato, embora não tenha voltado ao exército desde a revolução de 1894. Pertenceu à Academia Brasileira de Letras.

Hercílio Luz

Político brasileiro (Florianópolis/SC 1860 - idem 1924). Eleito governador do seu Estado (1894-1898), senador (1900, 1905, 1915) e novamente governador (1922-1924). Em seu governo, realizou inúmeras obras de saneamento da capital catarinense e a primeira ponte que ligou o continente a Ilha de Santa Catarina (ponte Hercílio Luz).

Felipe Schmidt

Engenheiro militar e político brasileiro (Lages/SC 1859 - Rio de Janeiro/RJ 1926). Um dos construtores da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Da equipe que projetou (1888) a estrada União da Vitória-Palmas. Elegeu0se deputado à constituinte e à primeira legislatura ordinária do congresso nacional. Governador de Santa Catarina de 1898 a 1902 e de 1914 a 1918, várias vezes senador (de 1903 até 1926).

Vidal Ramos

Político brasileiro (Lages/SC 1866 - Rio de Janeiro/RJ 1954). Deputado-geral em 1888, vice-governador do Estado (1902 a 1906), ocupou o governo por ter o titular, Lauro Müller, assumido a pasta da Viação na presidência Rodrigues Alves. Deputado federal (1906 e 1909), renunciou pouco depois, por ter sido eleito governador do Estado (1910 - 1914). Senador (1915 1 1927 e 1935 1 1937).

Adolfo Konder

Político brasileiro (Itajaí/SC 1885 - Rio de Janeiro/RJ 1956). Participou da campanha civilista de Rui Barbosa e ingressou no Ministério das Relações Exteriores a convite do Barão do Rio Branco. Governador de Santa Catarina (1926). Deputado federal e constituinte de 1934, opôs-se ao movimento revolucionário de 1930. Com a vitória da revolução, foi agastado do governo de Santa Catarina. Em 1934, elegeu-se novamente deputado federal, perdendo o mandado com a decretação do Estado Novo (1937). Participou ativamente da campanha pela redemocratização do país, figurando entre os fundadores da U.D.N.

Nereu Ramos

Político brasileiro (Lages/SC 1888 - Curitiba/PR 1958). Em 1930 e 1933 foi eleito deputado federal, constituinte de 1934. Governador do Estado em 1935, teve o seu mandato interrompido pelo Estado Novo (1937). Interventor federal em Santa Catarina, exerceu esse cargo até 1945. Nesse ano, com outros políticos fundou o P.S.D., pelo qual se elegeu senador e deputado, optando pelo senado. Nos trabalhos da constituinte de 1946, foi presidente da grande comissão constitucional. Elegeu-se vice-presidente da república pelo congresso nacional. Em 1949, assumiu a presidência da república durante a viagem ao exteriro do presidente Dutra. Em 1950, deputado federal (presidente da câmara de 1951 até 1954); em 1954, novamente senador. Em 1955, grave crise política (após a vitória política nas urnas de Juscelino Kubitschek) fê-lo assumir novamente a presidência da república, a 11 de novembro, quando o congresso nacional decretou o impedimento de Carlos Luz e o de Café Filho. Passou a presidência da república a Juscelino Kubitschek, a 31 de janeiro de 1956, sendo nomeado ministro da Justiça, cargo que exerceu até 1957.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

A HISTÓRIA DE SC


A revelação do Litoral catarinense foi feita pelas primeiras expedições exploradoras do Brasil. Em 1515 Juan Dias de Solis passou em direção ao Prata. Onze náufragos dessa expedição foram bem recebidos pelos índios carijós e iniciaram com eles uma intensa miscigenação. A esses aborígenes considerou-se "o melhor gentio desta costa", e " manso e propenso às coisas de Deus", segundo Anchieta.

Várias expedições se assinalam em Santa Catarina: D. Rodrigo de Acuña (1525), que deixa 17 tripulantes na Ilha, onde se fixaram voluntariamente; Sebastião Caboto (1526), que ali se abastece, segue para o Prata e retorna. Dele recebeu a Ilha, que antes era denominada dos Patos, o nome de Santa Catarina. Após Caboto, nela aportaram Diego Garcia e, muito mais tarde, em 1541, o adelantado Alvar Nuñez Cabeza de Vaca, sucessor de D. Pedro de Mendonza, fundador de Buenos Aires, que dali havia mandado, antes, a Santa Catarina, seu sobrinho Gonzalo de Mendonza, em busca de mantimentos e gente, auxílio este que permitiu aos espanhóis subirem o Rio Paraná e fundarem Assunção, em 1537. Para socorrer D. Pedro de Mendonza havia partido da Espanha, no mesmo ano, uma expedição comandada por Alonso Cabrera, da qual um dos navios arribou à Ilha de Santa Catarina, deixando nela missionários franciscanos (freis Bernardo de Armenta e Alonso Lebrón).

Mantendo sempre o propósito de tomar posse do Brasil Meridional, o governo espanhol nomeou Juan Sanabria governador do Paraguai, com a missão de colonizar o Rio da Prata e povoar também o porto de São Francisco, em Santa Catarina. Morrendo Juan Sanabria, foi substituído por seu filho Diogo. Alguns dos navios da expedição lograram chegar à Ilha de Santa Catarina, onde os espanhóis permaneceram dois anos. Divididos em dois grupos, um deles rumou para Assunção; o outro, chefiado pelo piloto-mor Hermando Trejo de Sanabria, estabeleceu-se em São Francisco, de onde, após as maiores privações e sempre sob a ameaça de ataques pelos silvícolas, seguiu para Assunção. Merecem revelo na passagem da expedição Sanabria a participação de Hans Staden, que legou interessante narrativa da viagem, e o nascimento, em São Francisco, de Herdinando Trejo de Sanabria, filho de Hernando, futuro bispo e fundador da Universidade de Córdoba, na República da Argentina. Ainda em 1572, Ortiz de Zarate, a caminho de Assunção, esteve sete meses em Santa Catarina, onde praticou incríveis e inúteis violências. Foi esta a última expedição espanhola à região.

Os portugueses, inicialmente, não demonstraram grande interesse pelo território catarinense, que pertencia a capitania de Santana cujo donatário era Pero Lopes de Souza, havendo numerosas bandeiras vicentistas (séc. XVII) mas apenas com o intuito de aprisionamento dos índios que viviam na região para escravizá-los. O contigente indígena (tupis - guaranis, chamados de carijós do litoral e o grupo , os Xokleng e os Kaigang no interior) foi bastante reduzido graças a expedições como as de Manoel Preto, Antonio Raposo Tavares e Jerônimo Pedroso de Barros.

O choque entre Portugal e Espanha era fatal. O primeiro conflito foi o ataque à capitania de São Vicente, o qual deu pretexto aos portugueses para combater os carijós, aliados dos espanhóis, conduzindo-os escravizados àquela capitania. Só os jesuítas se ergueram em defesa dos índios, e Nóbrega conseguiu do Governador-Geral ordem de reconduzi-los livres a Santa Catarina. Nova guerra e novo esforço jesuítico, de que resultou a lei de liberdade dos índios, de 1595.

Povoamento Vicentista

Portugal, que já manifestara interesse em fundar uma colônia na margem esquerda do Rio da Prata, começa a encarar com muito interesse e cuidado a preservação da Ilha de Santa Catarina e avançam pacificamente. O gado, vindo de São Vicente, através dos campos, atinge o Paraguai. A notícia de minas atrai diversas levas vicentista. Em 1642 ergue-se uma capela em São Francisco que em 1660 já passa a vila. Em 1637 é o grande patriarca Francisco Dias Velho que se fixa com filhos criados e escravos na Ilha de Santa Catarina, fundando a ermida de Nossa Senhora do Desterro (atual Florianópolis), nome da futura povoação. O mesmo faz em Laguna em 1676, Domingos de Brito Peixoto. A fundação da colônia de Sacramento em 1680 realça a importância dos núcleos catarinense. Apesar dos ataques de piratas, já existe, em 1695, comércio regular entre Paranaguá, São Francisco e Itajaí, expandindo-se os lagunenses até a colônia do Sacramento.

Capitania Real de Santa Catarina

Desmembrada de São Paulo, a nova capitania cuja capital é o povoado de Nossa Senhora do Desterro - fundado pelo bandeirante paulista Francisco Dias Velho em 1673 -, nasce com o objetivo de ser uma base de apoio aos enfrentamentos militares com os espanhóis. Esses viam Sacramento como uma ameaça ao monopólio sobre a boca do rio do Prata, que funcionava como uma porta de extrema importância para mais da metade de suas colônias da América do Sul.

A criação da capitania que tem administração própria e um comandante militar que também atua como governador diretamente subordinado aos vice-reis do Brasil, coloca em cena o Brigadeiro José da Silva Paes, escolhido para ser seu primeiro governante.

Santa Catarina passa a ser, oficialmente, a partir de 1739, o posto mais avançado da soberania portuguesa na América do Sul.

Colonização Açoriana

A sede de colonos na nova capitania coincide com a crise de superpopulação nos Açores e Madeira. Há um movimento espontâneo de vinda para o Brasil. Resolve então o Conselho Ultramarino realizar a maior migração sistemática de nossa história. Em várias viagens foram transportados cerca de 4.500 colonos. Deu-lhes boa acolhida o Governador Manuel Escudeiro, sucessor do Brigadeiro Paes. Mas nem todas as promessas da administração colonial podiam ser cumpridas, por falta de recursos. Além disso, nem todos os imigrantes, entre os quais muitos nobres, estavam dispostos a dedicar-se à agricultura ou aos ofícios mecânicos, em obediência às ordens régias, que tinham o propósito de evitar a entrada de escravos.

Outro problema era o da localização. Recomendava a Metrópole que os colonos não se concentrassem na Ilha, mas formassem, também, núcleos no litoral, sob normas urbanísticas, insistindo ainda que casais se encaminhassem para o Rio Grande do Sul. Essas determinações que, apesar das dificuldades, foram sendo cumpridas, levaram a migração açoriana até o extremo sul do país, implantando as características do seu tronco racial: fortaleza de ânimo, simplicidade e vivacidade. E aos seus descendentes transmitiram modismos, hábitos, linguagem, que ainda neles se notam, principalmente na Ilha de Santa Catarina e no litoral que vai até o Rio Grande do Sul.

Radicados os casais na Ilha e no litoral, foram tentadas várias culturas agrícolas: o trigo, sem êxito devido a "ferrugem" que o atacava; o linho e o cânhamo, com relativo aproveitamento, e o algodão, cujo cultivo a Metrópole forçava, sob penalidades severas. Mas na realidade, a cultura que prevaleceu foi a da mandioca, que os colonos aprenderam no novo continente e dela conseguiram safras promissoras, permitindo até a sua exportação. Houve no séc. XVII a criação da cochonila, mas que desapareceu n o séc. XIX, por falta de incentivo.

Revolução Farroupilha e a República Juliana

O período regencial foi caracterizado por uma série de agitações. Muitas revoltas em diversos pontos do país, várias das quais colocando em perigo a unidade nacional, ocorriam motivadas pelo descontentamento político. O mais longo movimento - que duraria 10 anos -, a Revolução Farroupilha, eclodiu em 1835, no Rio Grande do Sul e se estendeu a Santa Catarina.

Este movimento Revolucionário objetivava libertar aquela província de um controle econômico do governo imperial, considerado intolerável pela população gaúcha, e era alimentado por ideais republicanos e federalistas, sob o comando do coronel Bento Gonçalves. Em Santa Catarina, especialmente nas regiões mais próximas do Rio Grande, como Laguna e Lages, o número de simpatizantes pela causa rio-grandense aumentava, incentivados por famílias fugitivas gaúchas que haviam escapado às perseguições e à Guerra dos Farrapos.

Lages foi invadida pelos farrapos em 1838 e declarada parte da República Rio-grandense, que já havia sido declarada. No ano seguinte, liderados pelo italiano Guiseppe Garibaldi, os farrapos invadiram Laguna pelo mar. E chegaram por terra comandados por Davi Canabarro. Apoiados pela população, estabeleceram uma república com o nome provisório de Cidade Juliana de Laguna, presidida por Canabarro. Com a convocação de eleições, foi eleito para presidente da República o coronel Joaquim Xavier Neves, de São José. Neves, porém, não foi diplomado presidente pelos revolucionários gaúchos, assumindo o cargo o Padre Vicente Ferreira dos Santos Cordeiro, de Enseada do Brito, que havia sido derrotado na eleição.

Laguna foi designada Capital Provisória da República Juliana. Foram instituídas as cores oficiais - verde, amarela e branca - e Lages considerada parte integrante do território. Todos os impostos sobre o comércio do gado e indústria pastoril foram abolidos.

A reação do governo Imperial foi a nomeação do marechal Francisco José de Sousa Soares de Andréa para presidente de Santa Catarina, pois ele era conhecido por sua energia e rispidez. Nobre e de brilhante carreira militar, Andréa acompanhara D. João VI e a família real para o Brasil e fora comandante das forças brasileiras em Montevidéu. Enviando às terras barrigas-verdes somente para resolver os problemas do sul, Andréa governou apenas de 1839 a 1840.

Com 400 homens que trouxera do Rio de Janeiro e 3.000 de Santa Catarina, 20 navios e com amplos poderes, Andréa preferiu os caminhos diplomáticos para acabar com os republicanos: habilmente fez afastar o Padre Cordeiro e cooptar Neves para a causa imperial, prestigiando e elogiando o coronel publicamente e o tornando o comandante da Guarda Nacional de São José. Os demais revolucionários de Laguna foram derrotados por tropas navais do governo brasileiro, fazendo Garibaldi e sua companheira Anita refugiarem-se no Rio Grande, de onde saíram para lutar na Itália.

A instalação da República Juliana de Laguna, ainda que por pouco tempo, foi uma das páginas mais gloriosas da história catarinense, projetando internacionalmente o nome de Anita Garibaldi, denominada a Heroína dos Dois Mundos

Colonização Européia

Foi no final do Primeiro Reinado que se iniciou um grande movimento de colonização em todo o país. A província de Santa Catarina foi um dos setores em que ele produziu resultados mais promissores, quer o de iniciativa oficial, quer o particular. Do primeiro tipo foram: São Pedro de Alcântara, de alemães (1829); Itajaí, de nacionalidades diversas (1836); Piedade, de alemães (1847); Santa Tereza (1854), com soldados agricultores, destinada a ligação entre Lages e a capital; Teresópolis, de alemães (1860); Brusque, idem (1860); Angelina, de diversas nacionalidades (1862); Azambuja, de italianos (1877); Luís Alves, de diversas nacionalidades (1877).

De iniciativa particular foram: Nova Itália, de italianos (1836); Flor da Silva, com elementos mistos (1844); Blumenau, com alemães (1850); D. Francisca, com alemães (1851), que deu origem à cidade de Joinville; Leopoldina, com nacionais, belgas, e alemães (1853); Príncipe D. Pedro, com irlandeses e americanos (1860); o Grão-Pará, com italianos, espanhóis, russos, polacos, franceses, ingleses e holandeses (1882).

Referência especial merece a colônia de Saí (1842), tentativa malograda de concretização das idéias comunistas de Fourier, na Baia da Babitonga. Desse núcleos surgiram outros, e o território ficou coberto por uma rede de colônias, no seio das quais foram surgindo cidades, vilas e povoados.*****************************************************
FONTE : http://geocities.yahoo.com.br/joatan74/sc/sc.html , acesso em 11 de setembro de 2004.

O PENSAMENTO DO ANO !!!



Congresso Nacional:
se gradear vira zoológico,
se murar vira presídio,
se colocar uma lona em cima vira circo,
se colocar lanternas vermelhas vira prostíbulo,
se der descarga não sobra ninguém...





BOTA SENSIBILIDADE NISSO !!!


Três amigas, uma noiva, uma casada e uma amante decidiram fazer uma brincadeira: seduzir seus homens usando uma capa, corpete de couro, máscara nos olhos e botas de cano alto, para depois dividir a experiência entre elas.

No dia seguinte, a noiva iniciou a conversa:
- Quando meu namorado me viu usando o corpete de couro, botas com 12 cm de salto e máscara sobre os olhos, me olhou intensamente e disse: 'Você é a mulher da minha vida, eu te amo'. Fizemos amor apaixonadamente.


A amante contou a sua versão:

- Encontrei meu amante no escritório, com o equipamento completo! Quando abri a capa, ele não disse nada, me agarrou e fizemos amor a noite toda, na mesa, no chão, de pé, na janela, até no hall do elevador!


Aí a casada contou sua história:

- Mandei as crianças para a casa da minha mãe, dei folga pra empregada, fiz depilação completa, as unhas, escova, passei creme no corpo inteiro, perfume em lugares estratégicos e caprichei: capa preta, corpete de couro, botas com salto de 15 cm , máscara sobre os olhos e um batom vermelho que nunca tinha usado.
Pra incrementar, comprei uma calcinha de lycra preta com um lacinho de cetim no ponto G. Apaguei todas as luzes da casa e deixei só velas iluminando o ambiente. Meu marido chegou, me olhou de cima abaixo e disse:


- Fala aí, Batman, cadê a janta?



quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

O "69" DO CEGUINHO...



O ceguinho estava há tempos sem dar uma... E vivia pedindo:
- 'Arruma uma mulher pro ceguinho, arruma!
'Um amigo, já de saco cheio, resolve dar uma força pro ceguinho, e diz que vai arrumar uma mulher pra ele.
O ceguinho vai pra casa e fica esperando.... E logo batem na porta.
- Quem é?- É a Sueli. Vim a mando de um amigo pra resolver o seu problema.

O ceguinho todo entusiasmado abre a porta e a mulher entra e senta-se na cama.
Ele diz:
- Como você está vestida, heim... Heim... Heim...?

- Botinha de couro, saia justa, blusinha de seda e nada por baixo!
- Ahhhh... Suspira o ceguinho. É hoje!
- Tira a botinha, tira!
- Como é que você está agora?
- Descalça deitada na cama!
- Ai meu Deus, é hoje!
- Tira a blusinha, tira!
- Como é que você está agora?
- De seios nus, só de sainha!
- Tira a saia.
Tira a saia, pelo amor de Deus!
- E agora? Como está?
- Estou nua, deitada na cama só esperando meu garanhão dizer como quer!
O ceguinho então pergunta:
- Sueli... você já fez 69?
- Ainda não, faço daqui a dois meses...

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

CONHEÇA O MARANHÃO...


Para nascer, Maternidade Marly Sarney;
- Para morar, escolha uma das vilas: Sarney, Sarney Filho, Kiola Sarney ou, Roseana Sarney;
- Para estudar, há as seguintes opções de escolas: Sarney Neto , Roseana Sarney, Fernando Sarney, Marly Sarney e José Sarney;
- Para pesquisar, apanhe um táxi no Posto de Saúde Marly Sarney e vá até a Biblioteca José Sarney, que fica na maior universidade particular do Estado do Maranhão, que o povo jura que pertence a um tal de José Sarney;
- Para inteirar-se das notícias, leia o jornal O Estado do Maranhão, ou ligue a TV na TV Mirante, ou, se pre fe rir ouvir rádio, sintonize as Rádios Mirante AM e FM, todas do tal José Sarney. Se estiver no interior do Estado ligue para uma das 35 emissoras de rádio ou 13 repetidoras da TV Mirante, todas do mesmo p ro prietário, do tal José Sarney;
- Para saber so br e as contas públicas, vá ao Tribunal de Contas Roseana Murad Sarney (recém batizado com esse nome, coisa p ro ibida pela Constituição, lei que no Estado do Maranhão não tem nenhum valor);
- Para entrar ou sair da cidade, atravesse a Ponte José Sarney, pegue a Avenida José Sarney, vá até a Rodoviária Kiola Sarney. Lá, se quiser, pegue um ônibus caindo aos pedaços, ande algumas horas pelas 'maravilhosas' rodovias maranhenses e aporte no município José Sarney.

Não gostou de nada disso? Então quer reclamar? Vá, então, ao Fórum José Sarney, p ro cure a Sala de Imprensa Marly Sarney, informe-se e dirija-se à Sala de Defensoria Pública Kiola Sarney...

Seria cômico se não fosse tão triste....

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

A VINGANÇA


O marido e a mulher não se falavam há uns três dias..
Entretanto, o homem se lembrou que no dia seguinte teria uma reunião
muito cedo no escritório.
Como precisava levantar cedo, resolveu pedir à mulher para acordá-lo.

Mas para não dar o braço a torcer escreveu num papel: 'Me acorde
às 6 horas da manhã'.
No outro dia, ele levantou e quando olhou no relógio eram 9h30.
O homem teve um ataque e pensou:
-'Que droooga ! Mas que absurdo!
Que falta de consideração, ela não me acordou...'
Nisto, olhou para a mesa de cabeceira e reparou num papel no qual
estava escrito:
'...São seis horas, levanta!!!'

Moral da História: Não fique sem conversar com as mulheres, elas ganham sempre, estão certas sempre e são simplesmente geniais na vingança !!!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

AJA COMO UM CACHORRO !!!


Você já se imaginou agindo com a Sabedoria Canina ?

A vida teria uma perspectiva muito mais amistosa.

1. Nunca deixe passar a oportunidade de sair para um passeio.

2. Experimente a sensação do ar fresco e do vento na sua face por puro prazer.

3. Quando alguém que você ama se aproxima, corra para saudá-la(o).

4. Quando houver necessidade, pratique a obediência.

5. Deixe os outros saberem quando invadiram o seu território.

6. Sempre que puder tire uma soneca e se espreguice antes de se levantar.

7. Corra, pule e brinque diariamente.

8. Coma com gosto e entusiasmo, mas pare quando estiver satisfeito.

9. Seja sempre leal.

10. Nunca pretenda ser algo que você não é.

11. Se o que você deseja está enterrado, cave até encontrar.

12. Quando alguém estiver passando por um mau dia, fique em silêncio, sente-se próximo e, gentilmente, tente agradá-lo.

13. Quando chamar a atenção, deixe alguém tocá-lo.

14. Evite morder quando apenas um rosnado resolver.

15. Nos dias mornos, deite-se de costas sobre a grama.

16. Nos dias quentes, beba muita água e descanse embaixo de uma árvore frondosa.

17. Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.

18. Não importa quantas vezes for censurado, não assuma a culpa que não tiver e não fique amuado... corra imediatamente de volta para seus amigos.

19. Alegre-se com o simples prazer de uma caminhada.

domingo, 7 de dezembro de 2008

QUESTÃO DE ENQUADRAMENTO...


Este rapaz posou para esta foto na entrada de CURITIBA. Mas seu amigo fotógrafo fez um enquadramento "criativo" para a foto...

EVOLUÇÃO DO HOMEM E DA MULHER


sábado, 6 de dezembro de 2008

FISIOTERAPIA CIENTÍFICA...


Duas mulheres estavam jogando golfe numa manhã de sábado, quando uma delas errou a tacada e atingiu um jogador próximo. Quando a bola atingiu o homem, ele imediatamente juntou suas mãos entre as pernas e ajoelhou-se gemendo de dor. A mulher então correu até o local e pediu desculpas, explicando que era fisioterapeuta. - Por favor, deixe-me ajudá-lo, sou fisioterapeuta e sei como aliviar a dor que está sentindo! Eu posso fazê-lo sentir-se melhor se você deixar!

- AAAiiiiiiii ... Não, não precisa, já vai passar. Ficarei bem em alguns minutos (disse o cara, quase sem poder respirar, mas continuando em posição fetal, com as mãos entre as pernas).


Mas a mulher, cheia de culpa, insistiu e ele finalmente permitiu que o ajudasse. Delicadamente, ela afastou as mãos do cara e deitou-o de lado, abrindo a braguilha da sua calça. Colocou a mão por dentro e iniciou uma massagem no saco do cara. Após alguns minutos, ela pergunta: - Então, como está agora?

Ele responde: - Hummm... Ótimo!!! Meu dedo até parou de doer.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

MULHER QUE LÊ...


PINTURA : Mulher a ler (Pablo Picasso)
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Um casal sai de férias para um hotel-fazenda.
O homem gosta de pescar e a mulher gosta de ler.
Uma manhã, o marido volta de horas pescando e resolve tirar uma soneca.
Apesar de não conhecer bem o lago, a mulher decide pegar o barco do marido
e ler no lago. Ela navega um pouco, ancora, e continua lendo seu livro.
Chega um guardião do parque em seu barco, para ao lado da mulher e fala:
- Bom dia, madame. O que está fazendo?
- Lendo um livro - responde, pensando: será que não é óbvio?
- A senhora está em uma área restrita em que a pesca é proibida, informa.
- Sinto muito, tenente, mas não estou pescando, estou lendo.
- Sim, mas com todo o equipamento de pesca. Pelo que sei, a senhora pode
começar a qualquer momento. Se não sair daí imediatamente, terei de
multá-la e processá-la.
- Se o senhor fizer isso, terei que acusá-lo de assédio sexual.
- Mas eu nem sequer a toquei! - diz o guardião.
- É verdade, mas o senhor tem todo o equipamento. Pelo que sei, pode
começar a qualquer momento.
- Tenha um bom dia, madame - diz ele, e vai
embora.

MORAL DA HISTÓRIA :
Nunca discuta com uma mulher que lê.
Certamente ela pensa.

LEIAM BEM, GREMISTAS !!!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

HUMOR NEGRO...


A mãe ralhava com o garoto:
- Juquinha, tira o dedo do nariz! Dois minutos depois:
- Juquinha, tira o dedo do nariz do seu avô! Logo depois:
- Juquinha, se você não tirar o dedo do nariz do seu avô, eu fecho o caixão e tiro você do velório!
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O rapaz ansioso para saber os resultado de seus exames pergunta para o médico:
- E então doutor eu estou bem?
O medico por sua vez responde:
- Olha rapaz eu tenho uma noticia boa e outra ruim. Qual vc quer primeiro?
- A ruim.
- A ruim é que vamos ter que amputar as suas pernas.
- E qual é boa?
- Tem um enfermeiro no terceiro andar que quer comprar seus sapatos.
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No jantar, a mãe repreende o filho:
- Pedrinho, vê se não derruba carne na sopa!
Pouco depois:
- Pedrinho, cuidado para não derrubar carne na sopa!
Pouco depois:
- Pedrinho, eu já falei para você não derrubar carne na sopa!
Credo! Como é duro ter um filho leproso!
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Aquela família de sádicos estava passeando de carro quando de repente um cachorro cruza a pista.
- Mata pai, mata pai! - gritam as crianças alvoroçadas.
Póófff! E o cachorro é esmagado pelas rodas do carro.
- Urra! - gritam as crianças.
Um pouco mais adiante é uma velhinha que tenta atravessar a rua.
- Mata pai, mata pai! - gritam as crianças alvoroçadas!
Póófff! E os cacos da velhinha se esparramam pelo asfalto.
- Urra! - gritam as crianças.
Um pouco mais adiante o carro derrapa numa curva e uma das portas dianteiras se abre, a mãe é atirada para fora e rola em um despenhadeiro.
- Urra! - gritam as crianças, menos uma que começa a chorar.
- O que foi, meu filho? - pergunta o pai.
- A mamãe... - balbucia ele, entre soluços.
- Você está triste por que a mamãe morreu?
- Não... É que eu não vi ela cair!
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Um homem perde um braço num acidente. Inconformado, resolve se matar, jogando-se debaixo de um carro.
Quando está prestes a consumar o ato, avista um cara sem os dois braços que vem pela calçada, andando e dançando. O homem então lhe diz:
- Puxa vida! Eu quase ia me matando por não ter um braço e você, sem os dois, taí todo contente, dançando!
- Que dançando, o quê! Eu tô é com uma bruta coceira no cu!
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