domingo, 4 de janeiro de 2009

QUE 2009 CRIATIVO ESTE...

(Treinando duro para ser presidente...)


Fracassos econômicos são atribuídos à crise global.
Prefeitos assumem e já dizem que encontraram cofres raspados.
Crimes aumentam em audácia diante da certeza da impunidade.
Árabes e palestinos seguem a maldição do horror.
Oferta de empregos formais caindo.
Pobres continuam morrendo na fila do SUS.
Famílias contentes com os 15 reais que ganham por filho.
Deputados, vereadores e Judiciário preparam aumento de seus salários.
Lula acomoda milhares de petistas que ficaram sem emprego com a derrota nas urnas.
Ronaldinho "Fenômeno" faz seu enésimo regime alimentar.
Turistas assassinados no Rio de Janeiro.
Maluf se anuncia candidato e continua livre, lépido e fagueiro.
A Ética continua agonizando na política e Lula diz que não sabe de nada.
Dilma faz plástica para ser a candidata ao Planalto.
Obama prepara pacote econômico para lançar dia 20 de janeiro, quando assumir.
E a Rede Globo ressucita a Maysa, que foi sucesso há 50 anos, na minha mocidade.

Eta mundão criativo !!!

2 comentários:

Ana disse...

...

Tô pensando em assistir a Maysa!

Tati Py disse...

Ah, então o senhor é um dos felizardos que conhecem Minas do Camaquâ? Uma beleza aquilo, né?
Mas aquele paraíso está ameaçado. O senhor deve saber que depois que a CBC fechou, Minas ficou largada às traças, com as casinhas se deteriorando. Depois foi comprada pela Mineração Mônego, que agora está doidinha pra vender a área porque prospecções apontaram a existência de ouro e platina naquele rico subsolo.
Anos atrás, uma empresa canadense fez pesquisa por lá e, na semana passada, um helicóptero da Votorantin, equipado com um sensor que mais parecia uma grande rede de pesca, analisava as riquezas escondidas metros abaixo de nós.
Já posso ouvir o barulho da dinamite ecoando por lá. Se isso ocorrer, será uma pena, porque há ótimos projetos de turismo ecológico sendo desenvolvidos para as Minas... Pelo jeito, nenhum terá chance se algum magnata decidir ficar mais rico em 2009.

É uma pena...

Um abração, professor!