quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
HANKY PANKY FM ESTÁ DE VOLTA, RESSUCITADA E GLORIOSA !
Adriano Bonetto do Cantto é dessas almas inquietas e criativas, descontentes - como eu - da mesmice asfixiante dos locais e das pessoas. Para explicar melhor, publico o texto que este amigo me enviou do interior do RS e cujo teor encheu meu coração de alegria :
"A Hanky Panky FM foi uma rádio pirata que nasceu de cinco cabeças pensantes e inconformadas com a mesmice do dial na Santa Maria (RS) dos anos 80.
Por mais que parecesse coisa de meninos desocupados, os garotos – 3 gaúchos, um carioca e um paranaense – se dedicavam horas dos seus dias à rádio, que começava a ficar conhecida na cidade, graças a cartazes espalhados em lojas de discos.
Inspirados pelo pouco de informação que lhes chegava através de programas de TV e revistas que chegavam atrasadas do centro do país, o já denominado Clube dos Cinco se dedicava de corpo e alma ao projeto que cresceu e chegou a ter boa abrangência na cidade, evoluindo de um transmissor montado em um joystick de Atari até chegar a um projeto mais audacioso em sua última fase.
Permanecendo no ar durante quase 4 anos, religiosamente levada ao ar todos os sábados, das 14h às 19h, a Hanky Panky FM marcou história, conquistando fãs entre os colegas, amigos e até jornalistas e respeitados professores da UFSM.
Passados mais de vinte anos do encerramento de suas transmissões, a Hanky Panky FM está de volta. Mantida acesa na memória de seus cinco fundadores, a idéia de uma rádio livre e independente sempre esteve na pauta.
Com o advento da internet e a disponibilidade das novas tecnologias, a rádio mais polêmica e bacana que o Rio Grande do Sul agora é encontrada em podcasts no blog “O dia, a semana, o mês”.
Acesse já: http://odiaasemanaomes.blogspot.com, faça o download dos podcasts e conheça mais um pouco dessa história e curta as trilhas sonoras, que vão desde o rock – em quase todas as suas vertentes - até baladinhas bacanas e nada óbvias.
Muita coisa dos anos 80 e ainda muito humor, com as “Abobrinhas Mil”, radionovelas originais dos anos 80, assim como vinhetas e outros conteúdos exclusivos que estão sendo recuperados.
Mas tem muita coisa nova também, sempre dizendo não à mesmice, sempre diferente e sempre um soco no estômago dos pseudo modernos e descolados. O dia, a semana, o mês, música, mau humor, desinformação e divagações. Azedo, incoerente e controverso."
Portanto, os leitores deste blog que têm ânsia pelo novo, pelo talentoso e pelo alternativo já têm agora o que sintonizar e ouvir.
"A Hanky Panky FM foi uma rádio pirata que nasceu de cinco cabeças pensantes e inconformadas com a mesmice do dial na Santa Maria (RS) dos anos 80.
Por mais que parecesse coisa de meninos desocupados, os garotos – 3 gaúchos, um carioca e um paranaense – se dedicavam horas dos seus dias à rádio, que começava a ficar conhecida na cidade, graças a cartazes espalhados em lojas de discos.
Inspirados pelo pouco de informação que lhes chegava através de programas de TV e revistas que chegavam atrasadas do centro do país, o já denominado Clube dos Cinco se dedicava de corpo e alma ao projeto que cresceu e chegou a ter boa abrangência na cidade, evoluindo de um transmissor montado em um joystick de Atari até chegar a um projeto mais audacioso em sua última fase.
Permanecendo no ar durante quase 4 anos, religiosamente levada ao ar todos os sábados, das 14h às 19h, a Hanky Panky FM marcou história, conquistando fãs entre os colegas, amigos e até jornalistas e respeitados professores da UFSM.
Passados mais de vinte anos do encerramento de suas transmissões, a Hanky Panky FM está de volta. Mantida acesa na memória de seus cinco fundadores, a idéia de uma rádio livre e independente sempre esteve na pauta.
Com o advento da internet e a disponibilidade das novas tecnologias, a rádio mais polêmica e bacana que o Rio Grande do Sul agora é encontrada em podcasts no blog “O dia, a semana, o mês”.
Acesse já: http://odiaasemanaomes.blogspot.com, faça o download dos podcasts e conheça mais um pouco dessa história e curta as trilhas sonoras, que vão desde o rock – em quase todas as suas vertentes - até baladinhas bacanas e nada óbvias.
Muita coisa dos anos 80 e ainda muito humor, com as “Abobrinhas Mil”, radionovelas originais dos anos 80, assim como vinhetas e outros conteúdos exclusivos que estão sendo recuperados.
Mas tem muita coisa nova também, sempre dizendo não à mesmice, sempre diferente e sempre um soco no estômago dos pseudo modernos e descolados. O dia, a semana, o mês, música, mau humor, desinformação e divagações. Azedo, incoerente e controverso."
Portanto, os leitores deste blog que têm ânsia pelo novo, pelo talentoso e pelo alternativo já têm agora o que sintonizar e ouvir.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
RÉQUIEM CARNAVALESCO
São quatro dias de insanidade para aqueles que não tem juízo.
Novos soropositivos na praça.
Dezenas de adolescentes grávidas.
Doenças sexualmente transmissíveis.
Distraídos e bobões iniciados na droga.
Veteranos dependentes mortos de overdose.
Centenas de corpos dilacerados no trânsito.
Outras centenas de mutilados e paraplégicos.
Todos engrossando o "Cordão Fúnebre" da alegria vista pelo avesso.
Até quando, meu Deus ?
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AUTOR : James Pizarro
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
A NOVA ESCALA DA ALIENAÇÃO
DÓ : as compras natalinas.
RÉ : o ano novo e seus foguetórios.
MI : a praia e as férias.
FÁ : o Carnaval.
SOL : a corrida aos bancos para cobrir os cheques sem fundo.
LÁ: a ressaca moral, a lista do material escolar, o arrependimento.
SI : final de fevereiro...hora de começar a vida real.
*****************************************
AUTOR : James Pizarro
RÉ : o ano novo e seus foguetórios.
MI : a praia e as férias.
FÁ : o Carnaval.
SOL : a corrida aos bancos para cobrir os cheques sem fundo.
LÁ: a ressaca moral, a lista do material escolar, o arrependimento.
SI : final de fevereiro...hora de começar a vida real.
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AUTOR : James Pizarro
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
NILTON GESSER, UM CRISTÃO VERDADEIRO
Nilton Gesser é médico anestesiologista radicado em Canasvieiras. É meu companheiro das missas da matriz Nossa Senhora de Guadalupe. Tornamo-nos amigos e, por generosidade dele, passou a me confiar textos de sua autoria. E também traduções feitas por ele sobre temas bíblicos dos discursos de Fulton Scheen. Eis alguns títulos : Cristãos pela metade, Cegueira Humana,Nuanças da mentira, Eucaristia e Esperança,Porque os homens continuam a pecar, Cinzas, Terço de Rosas Murchas, etc...
Eis um trecho de "Cinzas" :
"Tu és pó e em pó reverterás
(Cinzas)
Cinzas? Que dia mais tenebroso! Lembra morte; não gosto desse assunto. É o que se escuta de muita gente.
Mas o fato é que Deus nos fez para a eternidade e não para o tempo; para a verdade e não para a vaidade. Como nosso tempo acabará inevitavelmente um dia, não há como deixar de refletir um pouco sobre aquela tão importante data para o nosso ser.
Quando considero a vida, vejo que vivemos como imortais, porque tratamos das coisas desta vida como se ela fora eterna.
Parece paradoxo, mas, que morto há que não esperasse e presumisse que havia de viver mais do que viveu?
A morte não é terrível pela vida que acaba, senão pela eternidade que começa. Não é terrível a porta por onde se sai; é terrível a porta por onde se entra.
Não nos deve fazer medo o pó que haveremos de ser e sim o que será do nosso pó. Não devemos temer na morte a morte, devemos temer a imortalidade. Não devemos temer hoje o dia de cinzas, devemos temer hoje o dia de Páscoa, porque sabemos que haveremos de ressuscitar; porque sabemos que haveremos de viver para sempre; porque sabemos que nos espera uma eternidade, ou no céu, ou no inferno. Mortal até o pó, mas depois do pó; imortal.
Pode então haver loucura mais rematada e cegueira mais cega que empregar-me todo na vida que há de acabar e não tratar da vida que há de durar para sempre?
Fatal dia! Tudo o que ali dá pena é tudo o que nesta vida deu gosto e justamente tudo aquilo que buscamos por nosso gosto e muitas vezes com tantas penas. Oh! Que diferente parecerão então lá, todas as coisas desta vida!"
Todos os leitores de meu blog, além de amigos, parentes e ex-alunos que quiserem receber cópias destes magníficos textos, dirijam-se ao próprio Nilton Gesser que ele, movido pela sua profunda religiosidade e seu amor à Palavra, certamente repassará os textos pedidos. O e-mail é o seguinte : niltongesser@hotmail.com
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AUTOR : James Pizarro
Eis um trecho de "Cinzas" :
"Tu és pó e em pó reverterás
(Cinzas)
Cinzas? Que dia mais tenebroso! Lembra morte; não gosto desse assunto. É o que se escuta de muita gente.
Mas o fato é que Deus nos fez para a eternidade e não para o tempo; para a verdade e não para a vaidade. Como nosso tempo acabará inevitavelmente um dia, não há como deixar de refletir um pouco sobre aquela tão importante data para o nosso ser.
Quando considero a vida, vejo que vivemos como imortais, porque tratamos das coisas desta vida como se ela fora eterna.
Parece paradoxo, mas, que morto há que não esperasse e presumisse que havia de viver mais do que viveu?
A morte não é terrível pela vida que acaba, senão pela eternidade que começa. Não é terrível a porta por onde se sai; é terrível a porta por onde se entra.
Não nos deve fazer medo o pó que haveremos de ser e sim o que será do nosso pó. Não devemos temer na morte a morte, devemos temer a imortalidade. Não devemos temer hoje o dia de cinzas, devemos temer hoje o dia de Páscoa, porque sabemos que haveremos de ressuscitar; porque sabemos que haveremos de viver para sempre; porque sabemos que nos espera uma eternidade, ou no céu, ou no inferno. Mortal até o pó, mas depois do pó; imortal.
Pode então haver loucura mais rematada e cegueira mais cega que empregar-me todo na vida que há de acabar e não tratar da vida que há de durar para sempre?
Fatal dia! Tudo o que ali dá pena é tudo o que nesta vida deu gosto e justamente tudo aquilo que buscamos por nosso gosto e muitas vezes com tantas penas. Oh! Que diferente parecerão então lá, todas as coisas desta vida!"
Todos os leitores de meu blog, além de amigos, parentes e ex-alunos que quiserem receber cópias destes magníficos textos, dirijam-se ao próprio Nilton Gesser que ele, movido pela sua profunda religiosidade e seu amor à Palavra, certamente repassará os textos pedidos. O e-mail é o seguinte : niltongesser@hotmail.com
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AUTOR : James Pizarro
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
BEYONCE A 500 METROS APENAS...
Beyoncé esteve ontem (4/fevereiro) na ilha da magia. E hipnotizou o público. Eletrizou Florianópolis. Seu show foi no Parque Planeta. A apenas 500 metros aqui do meu apartamento. 25.000 pessoas lotaram o parque. Não se assustaram com os preços. Que variaram de 100 a 600 reais. De acordo com a maior ou menor proximidade do palco. Abaixo,o texto da jornalista Rene Muller (Diário Catarinense), que resume o que foi a festa :
"Beyoncé estava satisfeita, isso era visível. Após a canção Crazy in Love, que abriu o show no Parque Planeta, em Florianópolis, olhou para a plateia como se pensasse: missão cumprida. Sua entrada foi triunfal. As imagens explodiram no telão e, logo, seus movimentos vigorosos tomaram conta do palco. Com um vestido brilhante, chamou o público de Floripa para participar da festa.
Até o atraso, de 15 minutos, foi curto. Sorte de quem não conseguia mais esperar tanto pela maior estrela da música.
– Eu estou tão contente em estar no Brasil. É a primeira vez. Meus fãs na internet diziam que eu tinha que vir para cá – disse ao conversar com o fãs pela primeira vez.
– Quero saber quem veio aqui para dançar? – perguntou.
Em Smash into You, Beyoncé parecia tocar embaixo d’água, tamanha a perfeição da imagem exibida no gigantesco telão de led. Durante as trocas de roupa, a cantora saía de cena, mas a performance das backing vocals e da banda continuava a animar o público.
E a voz? Ao vivo, ela é melhor do que em disco ou na tevê. Levemente aveludada, chegou a alcances que não se percebia antes. Em Ave Maria, ela deixou a ginga e as coreografias de lado para tocar o coração da plateia de 25 mil pessoas que lotou o parque. Vestida com um modelito branco, entre o tradicional e o ousado, era uma figura magnetizante. Em Baby Boy, a diva desceu do palco e, por uma passarela, cantou tocando o público. Ganhou uma bandeira do Brasil e arriscou uns passos de samba.
Espetáculo à parte foram as instrumentistas do Suga Mama, a banda de apoio da cantora. Os vídeos exibidos no telão entre as músicas também eram sensacionais. Num deles, uma tevê antiga exibia imagens da cantora criança, com seus longos cabelos cacheados, cantando em um programa de tevê. O Parque Planeta tremia com a reação do público, numa noite que chegou a 28ºC.
O total de pessoas que trabalhou na produção dá uma ideia da grandiosidade do espetáculo: 340 profissionais. O público era uma massa cantando junto os sucessos da deusa de pernas olímpicas. Não parou de vibrar um minuto. Na maior parte, eram adolescentes, que não poupavam gritos de histeria e reproduziam os passos de Beyoncé no palco. Uma noite de puro êxtase na Ilha."
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